O “POLITICAMENTE CORRETO” ESTÁ MATANDO O ROCK. Embora o rock tenha estourado nos anos 60 do século passado se associando a causas afins à esquerda (crítica à guerra do Vietnã, ao racismo contra os negros [sendo inclusive derivado em grande parte do blues], ao que se julgava conservador, etc), na esteira das pregações do marxismo cultural da chamada Escola de Frankfurt - em verdade, uma estratégia para enfraquecer a juventude ocidental na guerra fria, em que pese também criticar o totalitarismo soviético -, havia no estilo musical e de vida que o rock encarnava algo de anárquico e libertário (não sou anarquista) que o tornava rebelde, crítico e iconoclasta, irredutível a esquemas morais rígidos e dogmáticos. Era justamente aí que residia o charme e a estética roqueira: algo rebelde, contestador, libertário, jovem. E o que se vê agora? Um rock rendido ao esquerdismo totalitário e “politicamente correto”. É o que se constata ao se assistir à MTV e às manifestações “políticas” de alguns artistas no Rock in Rio. Os nacionais criticam Sarney mas têm medo de fazer o mesmo com o seu maior defensor (do Sarney), o Lula; os internacionais, dominados pelo “politicamente correto”, cuja tradução mais grotesca e patética é o Bono Vox, em pleno século XXI, depois de tudo que se soube e se sabe a respeito do esquerdismo na prática (que nos anos 60 ainda se desconhecia em grande parte), continua em geral caudatário dos mitos esquerdistas e de sua versão moderna no Ocidente, o “politicamente correto”. Também o rock, com a esquerda totalitária no poder, se tornou pelego. Muito se fala no meio roqueiro que está acabando o espírito rebelde e juvenil do rock. A razão disso está exposta acima. O “POLITICAMENTE CORRETO” ESTÁ MATANDO O ROCK.
Quem eu sou? hahahah... Conte a todos o que você ver... Siga-me, venha me seguindo, conte a todos o que você ver e liberte-os! diga a eles que não precisam correr! Nós vamos resgatar a todos a todos que querem ! Venha e me pegue pela mão, vamos enterrar todos os problemas na areia, Você não vê a beleza a seus pés? bem simples ! Sua vida é completa, Venha! Venha me seguindo...
2 COMENTARIOS:
Gracias por difundir el tema Alagados, un canto a la vida.
O “POLITICAMENTE CORRETO” ESTÁ MATANDO O ROCK.
Embora o rock tenha estourado nos anos 60 do século passado se associando a causas afins à esquerda (crítica à guerra do Vietnã, ao racismo contra os negros [sendo inclusive derivado em grande parte do blues], ao que se julgava conservador, etc), na esteira das pregações do marxismo cultural da chamada Escola de Frankfurt - em verdade, uma estratégia para enfraquecer a juventude ocidental na guerra fria, em que pese também criticar o totalitarismo soviético -, havia no estilo musical e de vida que o rock encarnava algo de anárquico e libertário (não sou anarquista) que o tornava rebelde, crítico e iconoclasta, irredutível a esquemas morais rígidos e dogmáticos.
Era justamente aí que residia o charme e a estética roqueira: algo rebelde, contestador, libertário, jovem.
E o que se vê agora? Um rock rendido ao esquerdismo totalitário e “politicamente correto”. É o que se constata ao se assistir à MTV e às manifestações “políticas” de alguns artistas no Rock in Rio. Os nacionais criticam Sarney mas têm medo de fazer o mesmo com o seu maior defensor (do Sarney), o Lula; os internacionais, dominados pelo “politicamente correto”, cuja tradução mais grotesca e patética é o Bono Vox, em pleno século XXI, depois de tudo que se soube e se sabe a respeito do esquerdismo na prática (que nos anos 60 ainda se desconhecia em grande parte), continua em geral caudatário dos mitos esquerdistas e de sua versão moderna no Ocidente, o “politicamente correto”.
Também o rock, com a esquerda totalitária no poder, se tornou pelego.
Muito se fala no meio roqueiro que está acabando o espírito rebelde e juvenil do rock. A razão disso está exposta acima.
O “POLITICAMENTE CORRETO” ESTÁ MATANDO O ROCK.
Baianinho
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